segunda-feira, 13 de outubro de 2014

IMPRESSÃO 3D - FABRICAÇÃO ADITIVA

(Texto enviado pelo Representante Beta EQ e estudante da UFRuralRJ, Mateus Almeida)

O assunto não é tão recente, mas a inovação não deixa de impressionar.  A impressão em 3D ou fabricação aditiva, em um termo mais profissional, nos trás a uma nova realidade.


As impressoras usam uma grande variedade de diferentes aditivos, que têm em comum a criação de objetos em três dimensões, construindo-o camada por camada sucessivamente até a conclusão da impressão. 

Na impressão 2D, por exemplo, o documento em Word é feito pelo programa Microsoft Word, que já instrui a impressora a “projetar” na folha de papel daquele modo. Diferentemente disso, quando tratamos do 3D, o arquivo utilizado é geralmente salvo no formato Computer Aided Desing (CAD), criado num programa a partir de modelagem 3D, que é também usualmente criado a partir de um modelo por sua vez criado por um scanner também 3D.

O termo fabricação aditiva é usado pelo simples de fato de que como na mais usada forma de se modelar objetos usa-se de diminuir de algum material até a obtenção do resultado final, como se faz ao esculpir uma obra de arte a partir de um bloco de gesso por exemplo, no caso, fabricação subtrativa. Na nova impressão o resultado final é obtido por sobreposição de camadas.

Alguns métodos de impressão 3D são:

FUSED DEPOSITION MODELING (FDM): o objeto é produzido por extrusão de uma corrente de material termoplástico derretido para dar forma as camadas. Cada camada no topo de pilhas e mechas é ligada com a camada anterior o material endurece quase imediatamente depois de sair do bocal de extrusão.

SINTERISAÇÃO SELETIVA A LASER (SLS): funciona através da concentração de um feixe de luz ultravioleta focada na superfície de um recipiente preenchido com fotopolímero em pó, como cerâmica, vidro, nylon e metais como titânio. O feixe de luz em UV cria o objeto a partir da sinterização do pó.

POLYJET FOTOPOLÍMERO: muito parecida com a impressão tradicional de jatos de tinta, o fotopolímero líquido é precisamente atirado para fora e então endurecido com luz UV.

EXTRUSÃO SERINGA: praticamente qualquer material com viscosidade cremosa pode ser utilizado neste modo.

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