quinta-feira, 21 de agosto de 2014

ENGENHEIRO QUÍMICO EM FORMAÇÃO

(Texto enviado pela Representante Beta EQ e estudante da UEA, Marjara Maquiné)

Muito se fala sobre o papel do Engenheiro Químico no mercado de trabalho, das facilidades e do leque de opções que este tipo de profissional pode se encaixar, da remuneração satisfatória e da realização profissional do mesmo. Desde os primeiros períodos de faculdade, o aspirante a Engenheiro Químico sempre ouve muito sobre o papel que ele irá desempenhar futuramente e da gama de áreas que necessitam de um Engenheiro químico.


Porém, os períodos que se sucedem até o fim da graduação muitas vezes são frustrantes e pouco convidativos em determinadas instituições do País. Ainda que existam universidades com conceitos satisfatórios no ENADE sempre existe uma insatisfação e uma divulgação deficiente no que diz respeito aos eventos relacionados à área e federações nacionais e regionais que amparam e suportam ainda que com conteúdo informativo, o profissional de Engenharia Química no Brasil.

Para estudantes da área, temos uma Federação Nacional de Estudantes de Engenharia Química - FENEEQ, que segundo seu presidente atual, está em fase de transição e procura sempre melhorar e intensificar o apoio aos estudantes.

Apesar da deficiência em uma participação mais efetiva da federação em eventos culturais, técnicos e científicos, se faz necessário que a comunidade acadêmica cobre isso de quem a está representando. A mesma conta com um estatuto que ampara os estudantes e muitos deles não têm o conhecimento nem que existe uma comissão de graduandos comprometidos e responsáveis por auxiliar e ampliar o desenvolvimento cultural, técnico e científico dos estudantes de engenharia química visando formar profissionais cada vez mais completos e competentes.

Assim como na política Brasileira, quando algo não é cobrado, não é checado, pesquisado, nem divulgado, significa teoricamente que todos estão satisfeitos com o atual sistema. É necessário que exista um maior comprometimento sim da FENEEQ com os estudantes, bem como com as comissões organizadoras de eventos, e até um suporte inicial para aquelas que desejam organizar um. Se faz necessária uma divulgação ampla de seus deveres como federação e também das conquistas da FENEEQ e de seus projetos futuros, sem esquecer da possibilidade de qualquer graduando poder candidatar-se à um cargo na mesma.

Apesar da deficiência da FENEEQ em alguns aspectos, é obrigação do estudante de Engenharia Química pesquisar e inteirar-se mais sobre os assuntos correlatos à sua área de formação, bem como ter uma participação mais efetiva para que a Federação possa de fato representar a maioria.

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