terça-feira, 3 de junho de 2014

PINTURA EM PÓ

(Texto enviado pelo Representante Beta EQ Filipi Melo)

Continuando pela saga de passivação de metais, trataremos agora da pintura em pó. Esse processo não é tão comum como a pintura líquida tradicional, mas para grandes indústrias apresenta enormes vantagens operacionais e de desempenho.


O processo de pintura começa como sempre com a preparação da superfície a ser pintada, (em geral aço ou alumínio), desengordurando e retirando óxidos e restos de pinturas antigas. Depois a tinta em pó é fluidizada por ar comprimido e é então jogada contra a superfície a ser coberta, que possui carga elétrica contrária e está devidamente aquecida formando então a camada protetora que nesse caso também já possui boas características (cor, textura…).

As vantagens da pintura em pó são que a tintura em pó não emite quase nenhum composto orgânico volátil (usados como solvente das tintas industriais), o desperdício de tinta é bem menor, pois o reciclo é mais fácil e a cobertura é mais resistente e dura que a cobertura convencional. As dificuldades ainda estão em conseguir o mesmo aspecto estético tradicional e os custos operacionais maiores.

Seja na famosa linha branca (geladeiras e fogões…), na indústria de automóveis ou na indústria em geral, a pintura em pó está com força total pelo bom desempenho e respeito ao meio ambiente a pintura eletrostática tem o apelo necessário para habitar o conhecimento de um Engenheiro Químico. 

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