quinta-feira, 29 de maio de 2014

SOLAR WIND ENERGY: A PRIMEIRA TORRE HÍBRIDA DE ENERGIA LIMPA

(Texto enviado pelo Representante Beta EQ Matheus Alves Lopes)

A buscar por novos combustíveis que conciliem eficiência energética e sustentabilidade é a mais nova Odisseia mundial. Neste âmbito, a Solar Wind Energy Tower Inc. apostou no sinergismo entre a energia solar e eólica, criando uma fonte híbrida de energia, a Solar Wind Energy.


Esta será a primeira estrutura híbrida Solar-Eólico visando obter energia de forma eficiente e sustentável.  Composta basicamente de um cilindro oco, um sistema de injeção de água, túneis de vento e turbinas, a Solar Wind Energy será construída na cidade de San Luis, na Fronteira entre o México e o estado do Arizona. Com início da construção prevista para 2018, o exemplar de San Luis terá capacidade de 1250 megawatts por hora. Durante os dias de inverno sua produção será menor. Assim, a média de produção para todo o ano é cerca de 440 megawatts por hora.

Do ponto de vista operacional, a torre desenvolvida pela a Solar Wind Energy Tower Inc. faz uso de conhecimentos presentes na rotina de um Engenheiro Químico, como a transferência de massa e a transferência de energia.  Na parte superior da torre, através de um sistema de injeção, uma névoa fina é lançada em toda a abertura. Após, a água evapora em função do ar aquecido pelos raios solares. Agora, com a presença deste vapor de água, o ar interno se torna mais frio, mais denso e mais pesado do que o ar externo. Como resultado, este ar desce pelo longo cilindro do dispositivo, alcançando cerca de 80 km/h. Na base da torre, existem túneis de vento e turbinas, para onde a massa de ar é desviada, produzindo eletricidade. O investimento total de implantação da primeira torre está estimado em US$ 1,5 bilhão. Veja o vídeo de demonstração:


Segundo a Solar Wind Energy Tower Inc., essa tecnologia pode ser operada virtualmente, sem liberação de carbono, consumo de combustível ou a produção de resíduos. Além disso, disponibiliza também softwares com base analítica para definir as capacidades de geração das torres em função da localização geográfica.

Matheus Lopes – Representante Regional Beta EQ

Fontes:

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