(Texto especial enviado pelo Representante Beta EQ no Paraná, Alexandre Diório)
"Todo ser dotado de
telencéfalo altamente desenvolvido e polegar opositor é um ser humano e,
portanto, sua cadeia de nucleotídeos é composta por A (adenina), C (citosina),
G (guanina), T (timina) e U (uracila). No entanto, uma subespécie do Homo sapiens apresenta uma sexta base
nitrogenada denominada de E (empreendemina) e esse ser é comumente denominado
Engenheiro Químico.
Empreender, ao que
me parece, é a palavra do engenheiro do século XXI e já está incorporada ao DNA
do engenheiro químico. Se você está na graduação em engenharia química e pensa
que aquelas aulas sobre “Organização e Estratégias Empresariais” é só “migué”
sinto muito por você.
Ao invés de ficar
falando sobre a importância de conhecer o modo de funcionamento de uma empresa,
macro e microeconomia, boas práticas e tudo mais vou direto ao objetivo deste
texto que é fornecer subsídio para os curiosos de plantão aprimorarem suas
capacidades (no caso deste texto, capacidades empreendedoras).
O site do SEBRAE Paraná fornece muita, mas muita coisa interessante a respeito do assunto. Alguns temas
abordados são: créditos e finanças, marketing, inovação, mundo empresarial,
fatores de sucesso no empreendedorismo, plano de negócios e muito mais. Alguns
assuntos são abordados como texto, outros como vídeos, então você pode escolher
aquele que for de sua preferência. Além disso, o SEBRAE também oferece alguns
cursos e palestras na área de empreendedorismo. Vale a pena visitar o site de
vez em quando para ver quando é o próximo curso (se por acaso o acesso ao menu
“Cursos e Palestras” apresentar erro é porque eles estão realizando
manutenção).
Quando aquele que
vos escreve estava em seu primeiro ano de graduação, ele teve (sim, agora vou
falar de mim mesmo na terceira pessoa) contato com o movimento empresa júnior e
uma ferramente a qual o ajudou muito a gerir seus projetos foi o Modelo de
Excelência em Gestão. Esse modelo, abreviado como MEG, baseia-se em dois tipos
de pilares: os Fundamentos que são a base teórica de todo o método em sí e os Critérios
os quais representam os Fundamentos colocados em práticas. No site da Fundação
Nacional da Qualidade (link: http://www.fnq.org.br/)
é possível aprender um monte sobre o assunto.
Quando o escritor
deste texto começou a estudar o MEG a empresa júnior da qual ele fez parte
possuia um caderno contendo os 8 critérios do modelo (liderança, estratégias e
planos, clientes, sociedade, informações e conhecimento, pessoas, processos e
resultados). Ele aconselha a quem queira se aventurar no meio empresarial comece
estudando esses 8 critérios do MEG, mas ele acha que num momento mais oportuno escreverá
um pouquinho a respeito de cada um desses critérios e de BSC e PDCA (alguém
sabe o que essas siglas significam?).
Antes que ele se esqueça,
em Santa Catarina vai haver o Fórum de Boas Práticas da FNQ. Quem se interessar
pode conferir a programação e fazer a sua inscrição neste link http://fnq.micropower.com.br//Performa/Custom/FNQ/Web/Lms/Student/ClassesCatalog.aspx?CourseID=23.
Agora uma dica para
quem se aventurar a fazer algum curso online da FNQ. CUIDADO, tudo que você
fizer conta. Uma vez ele fez um teste ‘por brincadeira’ só para conhecer o
sistema de provas e marcou qualquer alternativa como resposta. Infelizmente,
ele não conseguiu uma nota mínima e não pôde refazer o curso, pois a nota ficou
atrelada ao seu CPF. Agora ele não consegue se tornar um auditor de qualidade
da FNQ. Os cursos da FNQ estão disponíveis neste link: http://www.fnq.org.br/aprenda/cursos.
Vale a pena lembrar
que empreendedorismo SE APRENDE FAZENDO! Por mais que se leia livros, artigos e
resenhas sobre o assunto nunca será o suficiente. É preciso tentar, acertar,
errar, conversar com pessoas e trocar experiências (benchmarcking). Para o estudante de engenharia as empresas juniores
se tornam uma oportunidade incrível para aprender a empreender. No entanto,
somente o esforço de cada um fará a diferença."

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